Sábado, 31 de Janeiro de 2009
É, agora eu mudei definitivamente pro
Veneno de Fada Mordente. Importei todos os posts daqui pra lá e tô esperando que o Haloscan dê sinal de vida para colocar os comentários. Ele fará isso logo logo, é um bom menino(?).
Enfim, esse blog vai continuar existente por algum tempo, até para que vocÊs encontrem meu novo endereço, e um dia eu virei aqui e excluirei ele de uma vez por todas.
Até mais, me visitem no
Veneno de Fada Mordente!
what we could have been, 17:03.
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Platão explicou o "amor platônico", que é aquele que só existe no mundo das idéias e que não se concretizaria no mundo real. Eu conheço bastante dele, e sofro de um caso clássico: amo (mesmo, mesmo!) um lindo britânico chamado Skandar Amin Casper Keynes. Quem é? Típico. Bem, assista As Crônicas de Nárnia e veja meu amado representando Edmund Pevensie, que, aliás, também é meu personagem preferido. E se pensar em rebarbado, traidor ou injúrias do tipo, venha me enfrentar. Eu e os narnianos defenderemos a moral do Rei Edmund, o Justo.
Então, voltando ao Sr. Keynes, devo dizer que ele me faz muito bem. A cada entrevista, cada risada, cada foto que me traz um sorriso aos lábios. E eu aposto qualquer coisa que eu nunca hei de conhecer um par de olhos castanhos tão profundos quanto os dele. E quando ele começou a namorar? Godric! Eu me lamentava, dizendo para o alto e para as fotos dele "Skandie, porque você fez isso comigo, seu perverso?". E gritava injúrias contra a tal da Liberty (ainda não me conformo com o nome dela, HUM), aquela pilantra, que roubara meu amado!
Pois é, demorei mesmo para aceitar a presença dela na vida dele (é meu, ué!), mas hoje eu engulo. Só espero que ela faça ele feliz, enquanto eu não chego para assumir o meu lugar. É, meu lugar. Porque eu espero que meu amor do mundo das idéias torne-se um amor sensível, aí eu poderei criar os gêmeos mais lindos e hiperativos do mundo: Robert e Alice Keynes. Mas é melhor eu parar por aqui, ou vou falar demais.
PS: Não sei porque usei tantos parênteses.
PPS: Tô pensando em mudar o blog de endereço. O mais provável é venenodefadamordente.blosgpot.com
PPPS: Também não sei porque tantos "Post Scription", mas eu amo vocês, tchau.
what we could have been, 15:45.
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Eu amo esse blog. Porque eu me sinto livre pra escrever sobre qualquer coisa que me venha a cabeça, e se as pessoas gostarem, ótimo! Se não gostarem, que se explodam, ué.
Pena que eu esteja tão sem tempo e sem inspiração pra escrever aqui. E parece que o universo é uma conspiração contro mim(tá, exagerei), porque quando eu posso e quero postar algo acontece com a minha internet, ou o meu computador que não colabora em nada.
Mas agora eu realmente quero voltar a postar. E eu vou fazer isso nem que seja invadindo o computador do meu irmão toda semana e expremendo meus neurônios para sair alguma coisa. E eu também quero MESMO entrar pro TDB da Capricho, então um blog ativo é bem melhor, não? rere.
Pretendo essa semana mudar de layout, mas tô com preguiça porque vou ter que passar uma hora editando o html pra ficar tudo certinho. Mas vai ficar! Em breve, Fairy Poison de cara nova, oê!
Ah, antes de eu terminar, duas amigas minhas fizeram blog, e eu espero que elas postem frequentemente, mais do que eu. Aqui eu apresento vocês à
Amanda Cliffe e
Amanda Saint(que já anda com preguiça de fazer o primeiro post, mas eu vou dar um tubão nela, e logo logo ela posta). Sim, elas tem o mesmo nome, mas são pessoas bem diferentes, eu prometo. Tem alguns medos e sonhos até bem parecidos, como os meus, mas encaram isso de formas diferentes, e escrevem isso de forma diferente também. Então, eu acho que vai valer a pena ir dar uma olhada, conhecer. E eu espero que elas continuem firme com os blogs.
what we could have been, 15:20.
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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Eu queria ser poeta para ver o mundo em suas cores mais belas e transcrevê-las para um pedaço de papel. Eu queria ser poeta para encontrar sentimentos verdadeiros em cada lugar e não temer usá-los. Eu queria ser poeta para olhar no rosto das pessoas, abrir um grande sorriso e derramar declarações de amor.
Eu queria poder saltitar pela praça, descer o escorrega-bunda, cair na gargalhada e ninguém notar. Eu queria ser feliz eternamente, para dançar com o vento, abrir as asas e tocar o céu.
Eu queria ser atriz, para conhecer todas as misturas de sentimentos, todas as sensações de cada momento. Eu queria ser atriz para pisar num palco, encher o peito e espalhar emoções. Eu queria ser atriz para aprender a viver, conhecer o que vale a pena e aproveitar a vida como ela é.
Mas eu sou apenas uma garota, sem conhecimentos profundos, sem emoções transbordantes. Eu tenho um pouco de tudo, sou bailarina, cantora, atriz e poeta. Sou feliz nos momentos em que posso, e agüento firme naqueles mais difíceis. Aprendo a chorar, aprendo a rir, a pensar e a refletir. No fim, aprendo a ser eu mesma, sem esterótipos nenhum, apenas uma mistura sem nexo entre extremos distintos.
what we could have been, 16:12.
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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Eu parei hoje para pensar em tudo que eu gostaria de fazer antes de morrer para poder morrer feliz(?). É, parece meio idiota
morrer feliz, mas quero dizer em coias que eu quero aproveitar antes de morrer, para não ficar me lamentando enquanto definho. Ou sei lá.
Bem, logo eu queria terminar de ler todos os livros de Harry Potter, já terminei! Mas oh, ainda preciso ver todos os filmes. Também preciso terminar de ler a coleção de Twilight, e ver os filmes. É, até aí são poucos desejos, aí continuei pensando e vi que ainda preciso viajar, morar na Inglaterra, conhecer várias pessoas como Rupert Grint, Avril Lavigne, Skandar Keynes, Belinda e sie lá mais quem.
Também quero fazer minhas peças de teatro, um musical lindo(e cantar nele, se for possível), tocar realmente bem o meu violão, montar uma banda, fazer um tour internacional, ganahr um prêmio no VMA... Eu quero, ué!
Quero me formar em jornalismo, ter um emprego na redação de alguma revista maravilhosa, escrever um livro, estudar filosofia, entrar para o Greenpeace e salvar a água, as baleias, o mundo. Também quero juntar todas as pessoas que amo numa grande festa, dançar muito, abraçar todos, e dizer com todas as letras e orações declarações verdadeiras e profundas para cada um.
Mas aí, sabe, no final eu descobri que o mais fácil mesmo é morrer dormindo, sem nem pensar que estou morrendo, para não poder me lamentar nos últimos ofegantes momentos da minha vida de coisas que eu poderia e queria ter feito e não fiz. Mas eu ainda continuo feliz vivendo, e não estou planejando minha morte, só o que aconteceu foi que minha mente viajou para esse lado durante meus devaneios.
what we could have been, 17:37.
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2008
Fui amaldiçoada pela Sam com uma "memé"{?}. Bem, é como um questionário que é repassado a força a outras pessoas em blogs e tal. Enfim, a minha segue abaixo:
1- Escolher banda/artista: Avril Lavigne
2- Responder somente com os títulos das canções:a) Descreva-se: Anything But Ordinary (Qualquer Coisa Menos Comum)
b) O que as pessoas acham de você: Contagious (Contagiante)c) Descreva seu último relacionamento: I Don't Give a Damn (Eu Não Dou a Mínima)d) Descreva a atual relação: Who Knows (Quem sabe)
e) Onde queria estar agora: My World (Meu Mundo)
f) O que você pensa sobre o amor: Complicated (Complicado)
g) Como é sua vida: Freak Out (Pire)
h) Se tivesse direito a apenas um desejo: Runaway (Fugir)i) Uma frase sábia: Keep Holding On (Continue Agüentando Firme)
j) Uma frase para os próximos: Let Go (Vamos Lá)
PS: Devo amaldiçoar três pessoas.
PPS: As escolhidas são Melissa, Thaís e Helô.
PPPS: Não me odeiem por isso, por favor ;x
PPPPS: Ah, a playlist de hoje tá TODA no post, né?
PPPPPS: Cansei de fazer PS's, beijosmeliga ;*
what we could have been, 09:58.
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Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Dois de Março de Mil Novecentos e Noventa e Seis. Esse dia marcou um fim.
O fim de uma carreira de muito sucesso, repentina, e curta demais. Parece até piada pensar: uma banda maravilhosa, divertida, que alegrou o país e teve um final tão brusco, com apenas seis meses de sucesso. Sabe, as vezes eu até penso que aquilo foi uma armação, um atentado, coisa do tipo. Eles estavam no auge de sucesso da carreira, com turnê marcada na Europa, aí, de uma hora para outra, acabou. Adeus, Mamonas, foi
muito bom conhecer vocês.
Mas, sabe, eu até hoje escuto, eu lembro. E nunca tive coragem de ver as fotos do acidente. Não por estômago fraco, mas porque eu prefiro lembrar deles sorrindo, cantando e brincando ao ouvir as músicas, do que... sei lá.
Ontem foi lindo o especial 'Por Toda a Minha Vida' com eles. Foi lindo ver eles cantando, brincando, saber de toda a luta deles para chegar ali. O Dinho me marcou com uma coisa que disse: 'A gente não é fraco, porque que a gente fosse fraco, a gente tinha desistido 5 anos atrás, quando as pessoas diziam que a gente nunca ia chegar aqui. Mas a gente tá aqui!', isso num show, num estádio onde tinham sido rejeitados anos antes, e tiveram que agüentar alguém dizer que ali só quem era bom tocava, e eles nunca chegariam lá. Bem, não foi o que o Brasil mostrou pra eles anos depois.
Eles mereceram tudo de bom que tiveram, e marcaram algumas gerações. Sim, porque tanto eu, quanto meu pai e meus tios, sorrimos, cantamos, e ontem, paramos para assistir um especial sobre eles. E, isso é uma coisa que quase nunca acontece comigo, meus olhos ficaram umedecidos.
ah, e a playlist de hoje é mais do que especial, é o álbum Mamonas Assassinas ♥
what we could have been, 08:07.
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